Atum em lata: qual escolher?

Até já tinha falado sobre esse assunto por aqui, mas recebi novamente essa dúvida:
“Ana, qual o melhor tipo de atum?”

Você sabe?

atum em lata

-> Em óleo!!

Sim! Muita gente acha que o light seria o mais indicado, porém a versão em óleo é melhor!

Isso porque o alumínio da lata tende a migrar para a superfície mais oleosa. Se o atum está envolto em água, o alumínio migra bastante para o próprio atum e você acaba ingerindo alumínio por tabela (e tudo o que o seu corpo não usa tende a se acumular na sua gordura corporal e sobrecarregar fígado, atrapalhando seu metabolismo e emagrecimento – isso só pra resumir a ópera).

Por outro lado, se o atum está envolto por óleo o alumínio tende a migrar justamente para esse óleo, protegendo o atum! Portanto: opte pela versão em óleo e elimine esse óleo ao consumir! 😉

E o atum com molho?
É a opção que tem mais corantes, conservantes e aditivos de modo geral. Costuma também ser a opção com mais sódio! Quer atum com molho? Faça seu molho! 🙂

Ficou com dúvidas sobre o assunto? Entra em contato, vai ser um prazer te responder!

Atum e mercúrio

atum

No post anterior falei sobre um dos xenobióticos (são compostos estranhos, que nosso corpo não utiliza e se acumulam, nos intoxicando) a que estamos expostos: o mercúrio.

Mas tá nutri, e aquele sashimi esperto de atum, não pode mais? 🙁

Bom, o atum será ainda mais concentrado em mercúrio dessa forma: cru.

Mas podemos fornecer ao nosso corpo nutrientes para eliminar esse excesso de mercúrio. Ou seja, fazer a famosa detox! 😉

Quer 2 boas sugestões de estratégia?
Coma seu sashimi com gengibre e após beba um chá verde! Ambos vão estimular o seu fígado a trabalhar e a fazer uma boa detoxificação do mercúrio e de outros xenobióticos.

Peixes e mercúrio: qual a relação?

mercúrio

O mercúrio é o principal metal pesado presente nas águas. A contaminação ocorre pela queima de combustíveis fósseis (gasolina, óleo, diesel, carvão) que do ar acabam precipitando nos mares e contaminando os peixes lá existentes.

O mercúrio é considerado o terceiro metal mais tóxico para o organismo! A intoxicação por ele está associada a neurotoxicidade, nefrotoxicidade, toxidade gastrintestinal e tem sido associada a maior incidência de Tireoidite de Hashimoto.

Precisa excluir o peixe?
Não! Mas é interessante evitar os peixes grandes (predadores) e gordurosos, como o cação e o atum, que são opções que acumulam bastante mercúrio.
Melhor os peixes menores, como sardinha, dourado, merlusa, pescada, entre outros.