Carboidrato: pode misturar?

Ah nutri, pode deixar que carboidrato eu não misturo. Quando é batata é só batata, quando é arroz, é só arroz! 

 E aí, será que não pode mesmo misturar os carboidratos?

 Na verdade… pode sim! 
Mas antes de sair comendo arroz com macarrão e farinha me escuta um pouquinho! 

 Cada pessoa tem uma determinada necessidade de carboidratos no dia. Isso vai variar de acordo com idade, peso, altura e principalmente de acordo com o nível, horário, tipo e frequência de prática de atividade física.

 Digamos que, especificamente para você e o seu objetivo, o seu nutricionista recomendou 4 colheres de sopa de arroz integral ou de batata doce no almoço. Nenhum problema nesse caso você comer 2 colheres de sopa de cada um nessa refeição. 😉

 Entende? O problema não está na mistura por si só, como muitas pessoas imaginam, e sim na quantidade total consumida e na qualidade dos carboidratos ingeridos.

 Mas atenção: nada de distorcer esse meu post e ir na casa da vó comer arroz, macarrão, maionese e farofa e achar que vai emagrecer! Ok? 😂😘

Arroz parboilizado: pode?

Hoje foi dia de mercado aí também?
E se eu te contar que o arroz branco ou parboilizado não precisa – necessariamente – sair da tua lista de compras (e do teu prato)?

 Sim, é verdade que o arroz parboilizado e o branco têm um índice glicêmico mais elevado em comparação ao integral. O que a princípio causa pico de glicose e insulina com maior velocidade, levando a menos saciedade.

 Massssss a carga glicêmica da refeição com arroz já não será a mesma se esse arroz for feito com legumes (olha o arroz com brócolis ali no meu prato) e nem se consumimos outros alimentos que também reduzem o índice glicêmico na mesma refeição (é o caso das saladas com azeite de oliva, do feijão, do frango…).

 Lembre-se: não existe alimento vilão. Não existe alimento proibido. Existem refeições equilibradas e combinações mais ou menos interessantes pra você. 😉

Arroz e feijão

Muitas pessoas tem dúvidas sobre a combinação de arroz e feijão.
Afinal: é saudável ou engorda?
Confere a explicação no vídeo! 

Arroz

Afinal: qual a diferença entre os diferentes tipos de arroz? Qual versão é a mais saudável?
E a contaminação por arsênico, já ouviu falar? Até que ponto devemos nos preocupar?

Vamos simplificar?

Tão simples simplificar né?
 Tão simples dizer que tal alimento PODE e que tal outro NÃO PODE!
 Tão simples dizer que esse alimento é um veneno e que aquele outro cura desde unha encravada a câncer terminal. 😂
 Tão simples… e também tão mentiroso!

Saber se um alimento pode ou não pode, se é saudável ou não DEPENDE!
 Depende de quem você é, de qual o seu objetivo, quais as suas necessidades… depende sobretudo da qualidade da sua alimentação como um todo.

 Quer um exemplo? Olha aí as imagens! Captou a semelhança e a diferença?

simplificando

Ali tem arroz… branco! Um veneno, certo?
Depende! Em um contexto de uma pessoa saudável com um prato saudável não é veneno não. Apesar do índice glicêmico alto do arroz, no contexto do prato nutritivo e com fibras provenientes saladas e feijão, a carga glicêmica da refeição reduz e se equilibra.
Ao contrário, o arroz branco em um prato com comida bege… sem cor e sem nutrientes… sim, pode ser um veneno! Ou talvez não, se um prato desse tipo é uma raridade na vida dessa pessoa. Entende?

Se informe! Busque o seu equilíbrio e não aceite terrorismo nutricional!
Ah e claro… também não acredite em milagres! 😝

Pode arroz parboilizado?

arroz

Jantinha de ontem: Saladinha com azeite extra-virgem Risoto de arroz parboilizado e frango muuuuito bem temperadinho (cebola, alho, tomate, brócolis, espinafre, sal, pimenta, curry e cebolinha) 😍

Oi? Nutri? Eu li arroz parboilizado? Pode? 😱😱

👉 Deixa eu te explicar uma coisa! Os alimentos individualmente tem o seu índice glicêmico, ou seja, a sua velocidade de liberação de açúcar e pico de insulina no corpo.
👉 Há muitos estudos comprovando que priorizar alimentos com baixo índice glicêmico favorece (dentre outras coisas) o emagrecimento!
👉 Porém o que acontece em uma refeição mista é que o efeito no nosso corpo não será daquele carboidrato isolado, mas sim, da carga glicêmica da refeição como um todo!
👉 Assim, não é necessário se martirizar por consumir um carboidrato não tão bom assim se ele estiver Unido a outros ingredientes que reduzem a carga glicêmica da refeição. Alguns exemplos? Fibras (como das saladas cruas e vegetais da minha refeição), proteína (frango) e gorduras boas (azeite). 😉😘

Sushi é saudável?

“Ana, sushi é saudável?” “Posso comer sushi, já que quero emagrecer?”
Se você tem essa dúvida, o vídeo de hoje é pra você! 😉

Quinoa e seus benefícios

Você já experimentou a quinoa cozida? Se ainda não simplesmente experimente! 😉

A quinoa é um super cereal: tem elevada quantidade de proteínas de alta qualidade (15 a 20%), de minerais (cálcio, potássio, magnésio, ferro, zinco), vitaminas do complexo B e também alto teor de fibras – auxiliando no funcionamento intestinal, controle glicêmico e promovendo uma suuuper saciedade (fica a dica pros esfomeados)!

É uma excelente opção pra inserir com maior frequência no lugar do arroz/batatas de todo dia. O sabor é bem suave e a textura leve. 😉

quinoa
Pra preparar é super simples: lave os grãos e em seguida cozinhe na proporção de 1 xícara de grãos de quinoa para 2 xícaras de água. Se quiser dar mais sabor refogue alguns temperos como alho, cebola, brócolis e/ou pimentão, acrescente sal e curry. Prontinho!

Sushis e sashimis: amá-los ou evitá-los?

sushi

Que sushis e sashimis são uma delícia todos concordamos! <3

Mas e nutricionalmente? É mesmo uma opção levinha e amiga em dietas de emagrecimento?

Bom, aí DEPENDE muito das suas escolhas!

Um sushi comum, encontrado na maior parte dos restaurantes japoneses, costuma conter uma porção considerável de arroz (chegando a até 75%).
O problema desse arroz é que ele é muito processado, perdendo vitaminas, minerais e fibras, que ajudam na digestão e saciedade.
Além disso, o grão é cozido não apenas em água, mas também em uma quantidade considerável de açúcar!
Ou seja: excesso de arroz refinado + açúcar = pico de glicemia (açúcar no sangue) + pico de insulina = acúmulo de gordura, especialmente abdominal!

Outro cuidado deve ser com o shoyu que geralmente contém sódio em excesso (favorece o inchaço) e glutamato monossódico, que é um conservante péssimo para a saúde associado a enxaquecas e a longo prazo a alterações cognitivas e de memória.

E obviamente, evite as opções hot, já que são fritas, contendo excesso de gordura saturada, bem como as versões com cream cheese e os sushis doces.

Pelamordedeus nutri, como faço então? 😛

– Tente iniciar com as entradinhas (saladas e missoshiro) e como prato principal priorizar sashimis (atum, salmão, peixe branco crus), peixe grelhado e legumes grelhados e temaki sem arroz.

– Evite utilizar o shoyu, mas se sentir muita necessidade procure optar por um shoyu light e preferencialmente sem glutamato monossódico (confere nos ingredientes, não é difícil de achar).

– É interessante acrescentar sempre o wasabi (raiz forte) que tem propriedades antibiótica e digestiva e o gengibre (ação antioxidante, imunoestimulante e termogênica).

Aprecie com moderação! 😉